Obina é o xodó da torcida rubro-negra. O Maracanã ferve ainda mais quando o atacante está em campo.
Mas contra o Sport, no difícil jogo na Ilha do Retiro da última rodada do Brasileirão, ele foi muito mais do que amuleto. Ele foi o craque decisivo da partida ao marcar os dois gols da vitória que manteve o Flamengo na liderança do Brasileirão.
Quando o jogo caminhava para o empate em 1 x 1, aos 48 minutos do segundo tempo, o incansável e iluminado atacante desviou de letra uma bola para o gol e o Flamengo venceu por 2 x 1.
Raça para acreditar até o fim e categoria para fazer o gol. RALA QUE ROLA!
Ser Flamengo é ser campeão. O time mostrou a sua força ao virar o jogo e vencer o Botafogo por 3 x 1 na final do Campeonato Carioca.
O bicampeonato veio com o apoio de mais de 30 milhões de corações vestindo a mesma camisa. Um sentimento que sai das arquibancadas e empurra o clube mais querido do Brasil.
Obina foi mais uma vez o anjo rubro-negro. O atacante predestinado que saiu do banco de reservas para empatar o jogo depois de apenas 3 minutos em campo e que, já nos acréscimos, decretou a vitória e o título com o último gol.
Ele é o xodó da torcida. Obina, quando está em campo, coloca tanto fogo nas arquibancadas que a torcida do Flamengo incendeia qualquer jogo. Na primeira final do Campeonato Carioca não foi diferente.
Obina entrou aos 32 minutos do segundo tempo na partida. Três minutos depois, bem ao seu estilo, deu um carrinho na raça para empurrar a bola para o gol da vitória do Flamengo contra o Botafogo.
Obina é raça, amor e paixão. Obina é a cara do Mengão.
A dupla Fábio Luciano e Obina viveu um dia de ator de filme de época. Para fazer fotos com a nova Camisa 3 do Flamengo, que homenageia as origens rubro-negras no remo, eles encararam um visual antigo, vestindo a história rubro-negra.
“É sempre importante resgatar o passado. Se o clube chegou onde chegou, é porque alguém fez alguma coisa lá atrás”, disse o capitão Fábio Luciano sobre a homenagem e a camisa.
O atacante Obina, o xodó da torcida, foi mais direto: “Não dá pra colocar meu nome aqui não?”
Veja os bastidores das fotos neste vídeo exclusivo.
Vera Cruz, no litoral da Bahia, é uma cidade bem pequenininha, com menos de 40 mil habitantes. É conhecida por suas belas praias e visitada aos fins-de-semana pelo pessoal que mora em Salvador. Até aí, nada de muito diferente. O Brasil tem um litoral imenso, cheio de praias paradisíacas, a maioria delas pronta para receber e dar conforto aos turistas.
Só que Vera Cruz tem um diferencial. Um grande diferencial. Foi lá, em 31 de janeiro de 1983, que nasceu um dos maiores ídolos da história recente do Flamengo. No cartório, ele está registrado como Manuel Brito Filho. Mas a Bahia, o Brasil e o mundo o conhecem por OBINA.
Onde buscar a inspiração para uma nova camisa do Mengão? Que lugar seria mais apropriado do que voltar 26 anos no tempo e reviver o espírito da Máquina de Papar títulos de 1981?
Foi lá que os designers da Nike foram buscar o sentimento de amor à camisa, a paixão sem limites que o flamenguista tem pelo seu time.
A camisa de jogo número um é toda listrada em vermelho e preto e foi inspirada no modelo da temporada de 1981. No jogo do título da Libertadores contra o Cobreloa, do Chile, o Flamengo também jogou com uma camisa toda listrada.
Já a camisa número dois é predominantemente branca, com listras em vermelho e preto nas mangas, como no jogo do título mundial no Japão, onde o Flamengo massacrou por 3 a 0 o Liverpool, da Inglaterra.
Na gola, uma frase que resume o sentimento de ser rubro-negro é outra novidade do modelo. “Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer”.