Na primeira vez em que a Seleção Brasileira usou a camisa azul, os bicampeões Djalma Santos e Zito estavam lá. Foi na final da Copa do Mundo de 1958, quando o Brasil conquistou sua primeira estrela. 50 anos depois, a Nike reuniu os dois para contar esta história e também para lançar uma nova camisa azul, inspirada na conquista de 58. A nova camisa azul da Seleção Brasileira já está nas lojas. A conversa entre os dois ex-companheiros, você vê por aqui mesmo…
O que você achou da nova camisa azul da Seleção Brasileira?
O Corinthians não esquece o que sua torcida representou na última temporada do time. Ficou do lado do time o tempo todo e jamais abandonou a equipe. Um verdadeiro amor que só poderia terminar numa homenagem em forma de camisa.
Por isso a Nike lança no final de março o uniforme número 3 do time, que será roxo, como a paixão dos corintianos pelo seu time. O modelo chega para juntar-se a tradicional camisa branca e a alvinegra com listras no coração da Fiel Torcida Corintiana .
Ninguém pode simbolizar melhor este lançamento quanto Dentinho. O craque vindo das divisões de base do Timão é daqueles que sofrem, que vibram e que se arrepiam quando vestem a camisa do Corinthians. Um verdadeiro corintiano roxo.
A seguir, veja algumas imagens exclusivas com bastidores das fotos com o jogador.
Junte o talento de três dos maiores jogadores do futebol mundial e a alta tecnologia de uma nova e supersônica chuteira, a Mercurial Vapor. O resultado é bola na rede. No último final de semana, Robinho, Alexandre Pato e Cristiano Ronaldo fizeram dois gols cada um nas partidas de seus clubes.
Cristiano Ronaldo marcou dois gols pela Copa da Inglaterra contra o Tottenham. O primeiro deles foi de pênalti e o segundo um de seus tradicionais chutes depois de cortar a bola para o meio. O jogo estava 1 x 1 quando Cristiano começou a marcar. Veja aqui os gols.
Robinho segue abusando de jogar bem em Madri. Contra o Villarreal marcou dois dos três gols do time na vitória de 3 x 2 do líder isolado do Campeonato Espanhol. Os dois gols foram com o pé direito em chutes cruzados, no canto esquerdo do goleiro. Veja um vídeo com os gols aqui.
Já Alexandre Pato foi o grande responsável pela vitória do Milan em San Siro. Marcou os dois gols da partida e foi o jogador mais perigoso antes mesmo de marcar. No primeiro gol, usou a cabeça, uma de suas especialidades. No outro, invadiu a área em velocidade, pegou o rebolte do goleiro e quase entrou com bola e tudo. Veja aqui os gols.
A novíssima chuteira Mercurial Vapor de Robinho, Cristiano Ronaldo, Pato, Ibrahimovic e tantos outros chega às lojas do Brasil no dia 21 de fevereiro.
Alexandre Pato voltou a marcar pelo Milan e, desta vez, deu a vitória a sua equipe na partida pelo Campeonato Italiano. O brasileiro marcou dois gols no jogo em que o time de Milão venceu por 2 x 0 a Genoa.
Foi a primeira vez que Pato marcou dois gols numa só partida pelo seu novo clube. Agora Alexandre Pato tem 3 gols com a camisa de seu novo clube pelo Campeonato Italiano. Todos eles marcados calçando sua nova chuteira Mercurial Vapor.
O primeiro gol deste domingo Pato marcou com a cabeça, após rebote na área. No segundo, ele ganhou na velocidade do zagueiro, chutou, o goleiro defendeu, mas na sobra ele mesmo empurrou para o gol.
Pato agora tem dois compromissos com o Milan pelo Campeonato Italiano, num jogo atrasado contra a Regina no meio da semana e contra a Fiorentina no final de semana. Depois, junta-se ao grupo da Seleção Brasileira principal pela primeira vez na sua carreira para o amistoso contra a Irlanda.
Carlos Alberto Torres acompanhou pelo rádio a final da Copa do Mundo de 1958. Anos depois de ouvir que Djalma Santos seria o titular naquele jogo em que o Brasil estreou a camisa azul, Torres receberia do próprio Djalma a camisa de titular da lateral direita da Seleção Brasileira.
O sonho da vida deste carioca sempre foi vestir a camisa da Seleção. Não apenas o realizou como foi capitão do tricampeonato, fazendo um golaço na final de 1970 contra a Itália.
A seguir, o ‘Capita’ fala de um de seus ídolos, Djalma Santos, e da emoção de vestir a camisa da Seleção Brasileira.
A nova camisa azul da Seleção Brasileira chega nas lojas a partir do dia 30 de janeiro.
Mario Jorge Lobo Zagallo é tetracampeão mundial de futebol. Duas vezes como jogador (58 e 62), uma como técnico (70) e a última como coordenador (94). Seu amor pela camisa da Seleção Brasileira é algo que não se discute.
Em 1958, além de inventar o 4-3-3, já que pela primeira vez um ponta esquerda recuava para ajudar o meio-de-campo na marcação, Zagallo já dava sinais de seu patriotismo. No vídeo a seguir, ele conta a história da reação que teve quando não viu a bandeira brasileira no mastro na Suécia.
Na grande final, vestindo a camisa azul, a que nos deu a primeira estrela, Zagallo ainda foi coroado com um gol e uma assistência. O título era finalmente brasileiro.
Veja um vídeo de mais um depoimento emocionado de Zagallo.
E não esqueça que a nova camisa azul da Seleção Brasileira chega nas lojas de todo o Brasil no dia 30 de janeiro.
As estrelas da festa de lançamento da nova camisa azul da Seleção Brasileira no Rio de Janeiro eram os campeões de 1958. Zito e Djalma Santos receberam a visita de Zagallo, companheiro da conquista da primeira estrela do futebol brasileiro e também em 1962.
Os campeões de 1970 Jairzinho, o Furacão da Copa, e Carlos Alberto Torres, o capitão do tri, que ouviram a Copa de 58 no rádio, também prestigiram seus ídolos da infância, assim como os ‘tetras’ Ricardo Rocha e Bebeto, que não eram nascidos na época do primeiro campeonato, mas que cresceram ouvindo histórias daquele período.
Além deles, outras celebridades, como os músicos Dudu Nobre, a atriz Juliana Didone e a apresentadora e humorista Maria Paula viveram um dia de fã ao encontrarem ídolos do futebol.
Veja algumas fotos do evento da nova camisa azul da Seleção Brasileira, que chega nas lojas no dia 30 de janeiro.
O Brasil voltou a 29 de junho de 1958 nesta semana. As estrelas da Seleção Brasileira eram os bicampeões mundiais em 58 e 62 Zito e Djalma Santos. A mediação do bate-papo era de Sérgio Cabral, jornalista carioca. Outros jornalistas presentes estiveram na Suécia há 50 anos. O Rio de Janeiro estava ao som de bossa nova e a estrela da festa era a camisa azul. Foi neste cenário que a Nike lançou a nova camisa azul da Seleção Brasileira.
Zito foi um dos líderes do time que ganhou a primeira estrela. Volante, garantia na marcação para que os demais tivessem facilidade para atacar. “Todos os jogadores sabiam exatamente o que tinham que fazer em campo naquele mundial”, disse. Zito ganhou a vaga de titular durante o Mundial e não largou mais até o final da Copa seguinte, quando o Brasil foi bicampeão em 1962. Em toda a sua carreira vestiu apenas duas camisas: a da Seleção Brasileira e a do Santos.
Djalma Santos foi reserva durante toda a Copa de 58. Quis o destino que ele fosse escalado apenas para a grande final. Jogou muito e foi escolhido para a seleção da Copa. “O pessoal devia ser muito meu amigo”, brincou. Djalma, dono de uma força física incomparável, foi a quatro Copas do Mundo pelo Brasil (54, 58, 62 e 66).
A nova camisa é azul royal, com gola em V na mesma cor, enquanto os punhos de manga e detalhes em ambos os lados estão num tom amarelo idêntico ao de 1958. Na versão anterior, esses detalhes eram brancos. O brasão da CBF fica no lado esquerdo do peito, com as cinco estrelas das Copas do Mundo conquistadas logo acima. Na parte interna da gola está a frase “nascido para jogar futebol”.
As fontes de texto utilizadas no número e na frase, exclusivas para a camisa do Brasil, são inspiradas em paisagens de todo o país. O uniforme tem um novo ajuste dinâmico, que deixa o tecido mais colado ao corpo e, conseqüentemente, mais difícil de puxar. Tudo para favorecer o talento do jogador brasileiro diante dos marcadores adversários. A tecnologia é Nike Sphere Dry, que mantém os atletas mais secos e confortáveis durante o jogo.
A camisa chega às lojas de todo o Brasil no dia 30 de janeiro. Veja abaixo como foi o evento em forma de coletiva para apresentação do uniforme.
A Nike lançou nesta segunda-feira dia 21 de janeiro a nova camisa azul da Seleção Brasileira. A coletiva para a imprensa aconteceu no Rio de Janeiro e reuniu duas lendas do esporte nacional: os campeões mundiais Zito e Djalma Santos.
Os dois vestiam a nova camisa azul da Seleção Brasileira, baseada no modelo de 1958, quando o Brasil ganhou sua primeira Copa do Mundo na Suécia. A camisa chega às lojas de todo o Brasil no dia 30 de janeiro.
Djalma Santos carregava também na mão uma relíquia, sua camisa número 4, usada na final do Mundial contra a Suécia. “Pago mil reais por ela”, brincou Zito com o ex-colega de time.
Os dois responderam perguntas dos jornalistas, entre eles alguns que estiveram na Suécia naquela cobertura, como Luis Mendes. Djalma lembrou, segurando sua camisa original, que quando a camisa molhava podia pesar 2 quilos, ao contrário da alta tecnologia empregada no modelo atual.
Veja um vídeo da nova camisa azul da Seleção Brasileira.
Júlio Baptista vai ter que marcar um asterisco no ano de 2007. A Fera viveu momentos memoráveis com as três camisas que defendeu no ano passado. Ele virou o terror dos grandes clássicos do futebol mundial. Decidiu nada menos do que três deles.
1
Data: 9 de janeiro de 2007
Camisa: Arsenal
Placar: Liverpool 3 x 6 Arsenal
O Arsenal tinha o rival Liverpool pela frente nas quartas-de-final da Copa da Liga. Julio Baptista fez 4 gols no jogo. E, de lambuja, ainda perdeu um pênalti. Quatro gols num clássico jogando fora de casa. Vai demorar para acontecer novamente no futebol mundial.
2
Data: 15 de julho de 2007
Camisa: Seleção Brasileira
Placar: Brasil 3 x 0 Argentina
Final da Copa América. A Argentina em campo achando que era favorita. O Brasil estava desfalcado de algumas de suas estrelas. Quatro minutos de jogo e uma bola chega na Fera que domina, ajeita para o pé direito e acerta uma bola indefensável. Golaço para abrir o placar e o caminho do bi em cima dos nossos maiores rivais. Um gol contra a Argentina em final de campeonato não é para qualquer um.
3
Data: 23 de dezembro de 2007
Camisa: Real Madrid
Placar: Barcelona 0 x 1 Real Madrid
Com o primeiro semestre que teve, Julio voltou ao seu time na Espanha. Virou titular da equipe e teve seu grande momento na última rodada de 2007, justamente no clássico contra o Barcelona. O jogo foi na casa do adversário. O placar: 0 x 1 para o time da capital com golaço de Julio Baptista. Pior foi ter que aguentar a gozação do colega Robinho: “Ele pegou errado na bola. Foi sem querer”, disse o atacante brasileiro, brincalhão, ao chegar no Brasil para o Natal no dia seguinte.